Fernanda com a cunhada Júlia e a atriz Bruna Linzmeyer Foto: Instagram
Pouca gente sabe, mas Fernanda Machado teve um motivo especial para
aceitar fazer a personagem Leila, irmã da audista Linda, em "Amor à
vida". É que a sua cunhada na vida real vive a mesma situação da
personagem de Bruna Linzmeyer. Fernanda, então, preparou um encontro das
duas e levou a cunhada Júia, que mora nos EUA, para assistir a uma
gravação da novela, no Projac. O registo foi postado pela atriz em seu
Instagram, na manhã desta quinta-feira. Nem precisa dizer que foi
emocionante, não é mesmo?
"A minha cunhada Júlia que assim como a
Linda na novela é autista, veio dos EUA assistir nossas cenas no Projac,
e se emocionou vendo a Bruninha fazendo a Linda, foi um encontro lindo,
emocionante, com muitas lágrimas, amo muito essas duas", escreveu
Fernanda.
Cídia, hoje com 27 anos, planeja voltar a cantar em março Foto: Gil Rodrigues/PhotoRioNews
Segunda colocada na terceira edição do “Fama”, Cídia conquistou uma
legião de fãs durante sua passagem pelo reality, em 2004. Formou, com o
então namorado, Dan Torres, uma dupla de sucesso que teve quatro CDs e
músicas em várias novelas da Globo.
Oito anos se passaram e os
integrantes da dupla, desfeita em 2008, seguiram destinos diferentes.
Enquanto Dan continua na sua batalha na música e se casou com a ginasta
Paola Stavracaki, Cídia perdeu o contato com o ex, trocou sua cidade
natal, Vitória da Conquista (BA) pelo Rio, casou, iniciou e largou a
faculdade de Veterinária, e montou, há um ano, uma loja de chocolates
com o marido, o analista de sistema Cristiano.
“Não é fácil deixar
de fazer o que mais gosta”, diz ela, que decidiu se afastar da música
porque não aceitava as posturas da gravadora. “Quando voltei para Bahia,
perdi completamente o contato com o Dan e com todos os outros do
programa”, lembra. Cídia, em sua casa, em Botafogo, no Rio Foto: Gil Rodrigues/PhotoRioNews
Cídia decidiu pôr um fim na carreira em 2008, na mesma época
que terminou o seu namoro com o companheiro do “Fama”. Passou um ano em
sua cidade natal, mas não se adaptou. De volta ao Rio, ingressou na
faculdade de Veterinária, interrompendo o curso pela metade após
perceber que não tinha lá muito jeito para coisa.
Foi nessa época
que conheceu Cristiano, seu marido e sócio. Não demorou muito para o
casório, em dezembro de 2010 e, com ele, o rompimento temporário com a
música. “Foi no meu casamento que eu cantei pela última vez em público”,
lembra ela, que havia decidido ali não dar continuidade à carreira. Cídia e Cristiano estão casados há dois anos Foto: Gil Rodrigues/PhotoRioNews
Nos últimos dois anos, Cídia, hoje com 27, teve a vida
consumida pela carreira de empresária. Responsável pelo setor de Compras
e RH da filial da Kopenhagen, no Shopping Via Parque, na Barra, ela
está sempre sendo reconhecida por fãs na loja, saudosos da sua voz.
“Não tenho vergonha do Fama’. Têm pessoas que não gostam de ter o nome
associado ao programa, mas minha vida se divide entre antes e depois do
‘Fama’. Só tive bônus e respeito muito esse momento da minha vida’”,
afirma. Chocólatra assumida, ela decidiu abrir com o marido uma loja de chocolates Foto: Gil Rodrigues/PhotoRioNews
Hoje, envolvida com os preparativos da inauguração da segunda
loja de chocolate, Cídia conta que vem sentindo desejo de retomar à
carreira e que tem contado com nomes de peso para tal.
“Estou
elaborando um projeto com o produtor Victor Pozas, que fez o ‘Criança
Esperança’ e diversos trabalhos em novelas da Globo, e também com o
Moogie Canazio, que vai cuidar da minha carreira em Los Angeles, EUA .
Já temos uma música escrita e pretendemos lançar um CD em março. Quero
voltar a cantar MPB”, planeja. O casal posa com os cães: Filho não está ainda nos planos Foto: Gil Rodrigues/PhotoRioNews
Enquanto prepara seu retorno aos palcos, Cídia mata a saudade
do programa que participou assistindo ao “The Voice“. “Na minha época
era bem diferente. Ficávamos numa casa, vigiado por câmeras durante 24
horas por dia. A pressão era maior, mas estou adorando o programa”, diz
ela, arriscando o palpite sobre o vencedor: “Helen Oléria é a voz!”
Ex-protagonista de ‘Malhação’, Ludmila Dayer comemora sucesso como atriz nos EUA: ‘Brasileira é muito mais que bunda’
Ela já foi protagonista nos tempos áureos de “Malhação”, premiada
como melhor atriz no cinema, ninfeta/periguete no horário nobre da Globo
e uma vilã de arrepiar no SBT. Está bom para você? Para Ludmila Dayer
não. Sonhando com a carreira internacional, a atriz teve a coragem de
jogar tudo para o alto e se mudar para Los Angeles, nos Estados Unidos,
onde batalha, desde 2006, por um lugar ao sol. “Foi a melhor decisão. Se
eu fosse me apegar ao assédio ou a fama, nunca teria deixado o Brasil”,
justifica a intérprete da inesquecível Joana de “Malhação” (atualmente
no ar no canal Viva). Curta a página do Jornal Extra no Facebook
Por
lá, Ludmila ganha a vida fazendo filmes e comerciais, mas conta que já
teve que cortar um dobrado para se firmar na profissão. “Já tive que
provar, numa conversa ou com a minha atitude, como a mulher brasileira é
muito mais que beleza e bunda, como nós somos inteligentes e
batalhadoras”, explica a atriz, que, aos 29 anos, começa, enfim, a
colher os louros de tanto investimento: ela se prepara para rodar (com
um papel de destaque) o longa-metragem “The Redeemer” ( “O Redentor”),
em New Orleans, e comemora a nova fase: “É muito mais saboroso porque é
difícil”. Foto: Divulgação'Não tenho planos de voltar para o Brasil'
Com
casa, carro e diversos cursos na terra do Tio Sam, Ludmila tem como
única companhia uma cadela da raça chihuahua. Solteira, ela diz que já
consegue controlar a saudade do Brasil, para onde vem duas vezes ao ano,
mas sem planos de voltar de vez. “O que mais sinto saudade é da minha
mãe, que mora no Rio. Nos falamos dez vezes por dia. Se eu estou aqui
vencendo, devo isso a ela, que sempre me deu coragem e acreditou em
mim”.
Quanto aos planos de voltar a fazer novelas no Brasil, ela
diz que ainda não pensa no assunto. “Fui muito feliz na Globo, e sou
orgulhosa da minha carreira num geral. Na televisão ou no cinema onde
comecei, eu me realizei. Olho para trás e vejo o que enfrentei e o que
construí e tenho orgulho de mim. Nunca baixei a cabeça para dificuldade,
e mantinha sempre a fé de que tudo era passageiro. Nunca tive família
ou namorado rico que me bancasse. Tive que trabalhar duro para construir
uma vida aqui”. Como Joana, protagonista de 'Malhação' Foto: Divulgação'Não sou mais aquela magrinha'
Em sua
última aparição em terras tupiniquins, Ludmila atraiu a atenção ao ser
apontada como pivô da briga entre o ator Thiago Rodrigues e sua esposa
Cristiane Dias, num camarote do carnaval no Rio. Na época, ela chegou a
negar, mas hoje prefere esquecer o episódio, se limitando apenas
explicar como chegou ao corpão que exibiu (e surpreendeu) durante a
marcante passagem.
“Acho engraçado como as pessoas se chocam
quando veem que eu mudei. Elas ainda esperam ver aquela menina de 15
anos atrás. Estou mais forte. Cuido muito mais da minha alimentação. Não
sou mais aquela magrinha que come tudo que vê pela frente.Tenho um
corpo de uma mulher de quase 30”, explica ela, para em seguida
justificar que se sente satisfeita com o novo físico.
“Eu gosto
mais de mim agora, me sinto mais mulher e também mais segura. Me tornei
muito introspectiva desde que vim pra cá. Se eu não posso estar com
alguém, não me sinto mais sozinha como antes. Eu me curto”, admite. Ludmila durante o carnaval desse ano Foto: Rogério Domingues/Arquivo'Nunca baixei a cabeça para a dificuldade'
Quando
não está gravando, estudando ou ensaiando, Ludmila gosta de ir à praia
praticar o que ela chama de sua terapia diária. “Sou apaixonada pelo
surfe, é minha terapia. Corro na areia, ando de skate. Gosto de ver o
pôr do sol e meditar. Não sou uma pessoa urbana. Gosto de estar no meio
da natureza, isso me da energia”, conta.
O tempo que passou na
cidade, ela conta que aprendeu a fazer coisas sozinhas e a se curtir.
“Los Angeles é uma cidade muito grande e as pessoas são muito isoladas.
Se você não acha esse conforto dentro de si, acaba pirando ou vai
embora. Às vezes, estou com meus amigos, mas gosto de me recolher com
meus pensamentos, minhas atividades. Me tornei muito introspectiva desde
que vim pra cá”.
Além de atuar, a carioca está se aventurando em
escrever roteiros e se diz feliz com a nova experiência. “Gracas a Deus,
me mantenho trabalhando na minha carreira no que gosto, mas isso levou
tempo! Sempre fui corajosa e determinada. Hoje eu olho pra traz e vejo o
que enfrentei e o que construí, e tenho orgulho de mim. Não se constrói
nada na vida sem esforço. O que me mais me orgulho na verdade é da
pessoa que me tornei. Hoje vejo a vida com outros olhos, por isso
agradeço a Deus por não ter sido nada fácil. As dificuldades me ajudaram
a me tornar uma pessoa melhor". Como a protagonista do filme "Vida de menina", que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no festival de Natal, em 2005 Foto: DivulgaçãoNa pele da vilã Sofia de 'Os ricos também choram', do SBT Foto: Divulgação
Regiane Brunnquell, ou melhor, Sandy Capetinha, como ficou conhecida,
foi a primeira panicat a fazer sucesso. Hoje, essa catarinense de 29
anos vive no anonimato como modelo em São Paulo, mas ainda sonha com a
carreira na telinha. Ela não chega a renegar o passado, que inclui
muitos domingos rebolando dentro de um minúsculo biquíni na TV e duas
capas de revista masculina, mas se pudesse voltar atrás...
"Gostaria de ter tido oportunidade para mostrar meu instinto artístico. Sem apelação, sem chacota, sem humilhação", diz a bela. Regiane no "Pânico", como sua polêmica personagem Sandy Capetinha Foto: Reprodução
Intérprete da polêmica personagem do “Pânico”, Regiane entrou
no programa por acaso, após vencer o concurso Sereia da Praia, em 2007
(o mesmo que revelou Nicole Bahls). Sua passagem na atração se encerrou
quase um ano depois após sofrer um acidente durante a gravação de um
quadro.
"Saí porque quase morri. Tive uma hemorragia interna após
levar uma pancada na cabeça durante um jogo agressivo que fui obrigada a
participar. Fiquei três dias mal. Isso ocorreu na quinta-feira. Quando
foi no domingo, não conseguia entrar no programa de tanta dor. Saí da
emissora carregada por bombeiros. A sorte é que eu tinha um bom plano de
saúde", dispara Regiane, acrescentando que não ganhava um centavo para
mostrar os atributos em rede nacional. "Foi a gota d'água para eu
decidir que não queria aquilo para minha vida". Foto: Divulgação
Mas nem tudo foi um inferno em sua passagem pela atração.
Regiane, que já era formada em Administração, com especialização em
Recursos Humanos, ganhou fãs no Brasil inteiro e estuda agora uma
proposta para apresentar um programa de jovens em Miami, nos EUA e outra
em Portugal. "Já que aqui no Brasil não sou valorizada...", lamuria-se.
Para isso, precisa apagar de vez do seu currículo a imagem erotizada da
cantora Sandy, e se livrar do olho torto que recebe sempre que vai
fazer um novo trabalho. Foto: Divulgação
"A Sandy Capetinha era para ser uma brincadeira, pelo fato de
eu ser parecida com a cantora, mas acabou virando um deboche. E não foi
ideia minha", explica a modelo, que sonha um dia poder virar esta página
em sua vida. "Ali no programa acontece de tudo. Vi muito abuso de
poder, meninas sendo assediadas sexualmente, tendo que mostrar o bumbum
também para os integrantes do programa nos corredores só para se dar
bem, prostituição, e muito ego e humilhação. Ali existe a consciência de
que todas são iguais. E eu nunca topei nada disso. Mas o que importa é
que eles não fazem mais parte da minha vida. Não sou amiga deles e nem
dou ibope mais para o programa", diz, sem entrar em detalhes ou citar
nomes. Foto: Divulgação
Solteira e morando de aluguel, Regiane agora só pensa em
escrever a sua própria história sem precisar usar o nome que a tornou
conhecida: “Quero explorar outras áreas artísticas e mostrar que além do
bumbum eu existo. Se eu ficasse o tempo todo mostrando a bunda na TV ia
acabar pegando uma pneumonia”.
Dez anos depois, integrantes do Rouge continuam trabalhando com música; três viraram atrizes
Karin participou de 'Aquele beijo' Foto: Reprodução
Depois de participar dos musicais “Haispray”, com Edson Celulari e
“Hair”, a carioca Karin Hils, de 32 anos, foi convidada por Miguel
Falabella a integrar o elenco da novela “Aquele beijo”, onde interpretou
a cabeleireira Bernadete. Aline integrou o elenco de 'Hair' Foto: Reprodução
A paulista Aline Wirley também seguiu carreira como atriz em
musicais e atuou em “Hair” ao lado da amiga Karin. Ela chegou a gravar
um disco solo de samba. Patrícia agora se chama Lissah Martins e é casada com Matheus, ex-Bro'z Foto: Reprodução
Patrícia mudou o nome artístico para Lissah Martins, em
homenagem ao seu avô, e acaba de estrear em seu quinto musical,
“Priscila, Rainha do deserto”, em cartaz em São Paulo. Aos 28 anos, a
paranaense está casada há três anos com Matheus, ex- integrante do
Bro’z. Fantini se mudou para Holanda, onde continua fazendo shows
Fantini Thó foi a que mais se afastou da mídia, porém continua
cantando. É mãe de Cristiane, de 4 anos, e vive na Holanda, na Europa,
fazendo shows. Por aqui, Fantini chegou a formar uma banda com o irmão e
a compor algumas músicas de sucesso.
Foto:
Manuela Scarpa
/
Foto Rio News
Luciana Andrade, agora com 33 anos, continua ligada à música e
fazendo aquilo que ama. Depois de participar da gravação dos discos de
Marcelo Yuka (O Rappa) e Negra Li, e do musical "Era uma vez... Into The
Woods", onde mostrou também seu talento como atriz, a mineira se dedica
agora à formação de sua própria banda, com quem pretende gravar em
breve seu primeiro CD solo e voltar a fazer shows pelo país.
Atriz mirim gordinha de ‘O cravo e a rosa’ vira mulherão e estuda para ser estilista
Thais Müller na novela Kubanacan, e hoje, aos 20 anos Foto: Arquivo/Gianne Carvalho e Thatiana Bione/Divulgação
Próxima novela a reprisar no “Vale a pena ver de novo”, “O cravo e a
rosa” revelou talentos como Thais Müller, que, aos 7 anos e em seu
primeiro papel na TV, roubou a cena na pele de Fátima, a brava menina
que herdou o gênio forte da irmã Catarina (Adriana Esteves) e vivia
quebrando tudo pela frente. Difícil esquecer, não? Thais com Leandra Leal na novela "O cravo e a rosa"
Foto: Arquivo/TV Globo/Cristiana Isidoro
Filha dos atores Marcela Muniz (que está no ar em “Dona Xepa”)
e Anderson Müller, a jovem, hoje com 20 anos, busca outra atividade
paralela a sua função de atriz. Aluna do quinto período de Design de
moda da PUC, Thais está montando em sua casa, em São Conrado, seu
próprio atelier com peças de roupas femininas assinadas por ela mesma.
“Sou atriz desde os 3 anos de idade e quando terminei os estudos pensei
em fazer algo diferente do que eu já trabalhava. Sempre gostei de moda e
agora quero ter a minha própria marca”, explica. Atriz mirim de ‘O cravo e a rosa’ estuda Moda e quer montar atelier Foto: Thatiana Bione
Thais não pretende largar a profissão de atriz. Com passagens
por “Kubanacan” (2004), pelo humorístico “Zorra total” (ela teve um
quadro fixo por três anos inspirado num livro de Thalita Rebouças), e
pela minissérie “O quinto dos infernos” (2002), ela está em cartaz no
Rio com a peça “O tempo e os Conways”, e já tem planos para ingressar em
outras duas produções. “Pretendo transitar entre a moda e a carreira de
atriz”, avisa ela, que, mesmo com o visual bem diferente de quando
estreou na telinha (repare nas fotos aqui desta reportagem, feitas pela
ex-BBB Thatiana Bione), até hoje é chamada nas ruas de “ferinha”,
apelido da sua personagem na novela de Walcyr Carrasco.
“As
pessoas se assustam quando veem que eu cresci. E sei que isso vai
acontecer muito com a reprise da novela. É muito bom ser lembrada por um
trabalho que marcou muito. Se bem que hoje o que eu mais ouço é: sua
carinha continua a mesma de criança, mas o corpo é de mulher (risos)”,
conta ela. Alguém tem alguma dúvida disso? Atriz mirim de ‘O cravo e a rosa’ estuda Moda e quer montar atelier Foto: Thatiana Bione
Ex-atriz mirim cresceu e hoje aparece no horário nobre em ‘Amor à vida’: ‘Já sou uma mulher’
Thávyne Ferrari está em “Amor à vida”
Foto:
/
Divulgação
Quem vê Thávyne Ferrari, a neta de Gigi (Françoise Forton) em "Amor à
vida", precisa fazer um esforço para se lembrar de onde conhece a
menina, que atua na telinha desde os 5 anos. Thávyne, hoje com 19 anos,
começou fazendo participações no quadro "Retrato Falado", do Fantástico,
e atuou como Rafinha em "Três irmãs" (2009), seu último personagem nas
novelas. Thávyne Ferrari se mudou para o Rio Foto: Divulgação
"Acho que pelo fato de eu aparentar ser mais nova, muita gente
ainda não sabe minha idade, ou dizem que tenho 13 ou 14 anos. Mas eu
cresci, já tenho 19 e não me sinto mais uma adolescente, já sou uma
mulher", afirma a atriz. Carolina Dieckmann e Thávyne Ferrari em Três Irmãs Foto: João Miguel Júnior
Com 15 anos de carreira, a atriz voltou à cena depois de quatro
anos se dedicando ao teatro. Morando sozinha no Rio desde os 16 anos,
Thávyne precisou amadurecer muito cedo e tomar as rédeas da sua vida
para manter sua carreira.
Thávyne Ferrari é neta de Gigi (Françoise Forton) em "Amor à vida" Foto: Divulgação
"Eu me mudei para o Rio quando entrei para o Sítio, eu e toda
minha família, só que em determinado momento meus pais precisaram voltar
para São Paulo, e em troca do meu sonho fiquei aqui sozinha com apenas
16 anos. Foi difícil, mas eu lutei e ainda luto pelo meu sonho. Meus
pais, mesmo de longe, me ajudavam em tudo mas quando chegava a noite,
era só eu e Deus", lembra. Thávyne Ferrari diz que cresceu e já é uma mulher Foto: Divulgação
Hoje, em comum com Sandrinha, Thávyne diz que tem o
jeito dela se vestir, a atitude e o fato de não ter pudor para falar o
que pensa. "Mas o que me aproxima mais dela é a responsabilidade e o
juízo que ela tem. Eu administro a minha vida e pago minhas contas desde
os 16 anos, que é justamente a idade dela na novela. Não é mole! A
única diferença que eu vejo é com a família. Ao contrário da Sandra, a
minha família sempre me apoiou. Somos unidos mesmo com a distância. Meus
pais confiaram muito em mim quando me deixaram ficar aqui. Devo tudo a
eles".
Thávyne Ferrari diz que sempre teve o apoio da família Foto: Divulgação
Sobre a carreira, a atriz sonha se sentir realizada. "Estou
aqui por amor ao que faço. Já fiz cinema, tv e teatro e vou continuar
investindo nisso. Concorri a muitos prêmios quando era mais nova, e
quero mais. Só quero me sentir realizada e ser reconhecida cada vez mais
pelo meu trabalho", avisa. Thávyne Ferrari na minissérie "Queridos amigos" Foto: Divulgação
aos 48 anos mostra por que é uma mulher clássica: ‘Não malho, nunca fiz plástica’
Isadora Ribeiro: “Visualmente não caiu muita coisa, mas pode ser que um dia caia”
Foto:
/
Alan Chaves
Isadora Ribeiro saindo da água na abertura do “Fantástico”, em 1987, é
um clássico. Nua na de “Tieta”, dois anos depois, também. Assim como
são inesquecíveis os lábios carnudos dessa morena (muito antes de
Angelina Jolie surgir para o mundo), de traços indígenas, nascida no
Paraná que, aos 48 anos, abre nossa série com mulheres clássicas.
Modelo, atriz, símbolo sexual, mãe de duas filhas e hoje também uma
mulher zen. “Estou mais sábia. Não sinto o tempo passar e não estou
preocupada com o envelhecimento. Visualmente não caiu muita coisa. Não
malho, nunca fiz plástica e pode ser que um dia caia”. Isadora Ribeiro posa sexy Foto: Alan Chaves Aos 48 anos, Isadora Ribeiro posa sexy Foto: Alan Chaves Isadora Ribeiro surgiu para o Brasil na abertura do "Fantástico" Foto: Alan Chaves
Prestes a viver um travesti no teatro, Isadora ainda é
lembrada por seus papéis em novelas como “Mulheres de areia”, em que era
o tormento de um marido ciumento (como não ser?). Além do trabalho como
atriz, ela viaja pelo país dando palestras, dividindo uma paz de
espírito que encontrou com o tempo. “Era baladeira, mas não sou mais.
Acordo cedo todos os dias para dar café e botar minhas filhas para a
escola. Aproveito a vida de outra forma e tenho uma felicidade
incondicional”, diz . Isadora Ribeiro de lingerie preta. Sexy! Foto: Alan Chaves Isadora Ribeiro posa para a Retratos
Foto: Alan Chaves Isadora Ribeiro posa sexy Foto: Alan Chaves
Casamento no papel Isadora nunca teve . “Deus disse crescei e
multiplicai-vos, não ir para um cartório”, brinca. Mãe de uma menina de
16 e outra de 6, ela curte um namoro à distância com Marcos Cordiolli,
secretário de Cultura de Curitiba: “Estamos juntos desde o fim do ano
passado. Está bacana, mas não pensamos em casamento. Aliás, eu só caso
mesmo espiritualmente. Isadora Ribeiro posa para a Retratos Foto: Alan ChavesIsadora Ribeiro posa para a Retratos Foto: Alan ChavesIsadora Ribeiro posa para a Retratos Foto: Alan Chaves
Produção: Rita Moreno. Beleza: Guilherme Camilo.
Fotos: Alan Chaves. Isadora veste A2Ella, Cris Roberto e Claudia Simões.
Agradecimentos: Maison Badosx e o estúdio Rio's Arte e Produções
Depois de passar por uma artroscopia no joelho direito, a atriz Luana
Piovani recebeu alta no fim da noite de terça-feira, e seguiu para
casa. “Obrigada, Senhor! Obrigada pela possibilidade e condições de me
recuperar rapidamente! Partiu casa! Amém”, escreveu a atriz em uma rede
social, ao deixar o hospital.
Os fãs desejaram boa sorte em sua
recuperação e lamentaram a sua saída da atração. “Poxa, era a melhor.
Fiquei triste porque estava torcendo por você, mas também torço pela sua
recuperação”, postou uma internauta.
Piovani foi operada depois
de cair durante os ensaios do quadro “Dança do famosos”, do “Domingão do
Faustão”. Ela se empolgou ao ensaiar alguns passos de funk. Por conta
da lesão, Luana teve que deixar a disputa.
Na tarde desta
quarta-feira, Luana postou uma foto raspando a perna na sala. Na foto,
dá para ver os furinhos em decorrência da cirurgia. "Olhaí a situação...
Me raspando na sala que no banheiro já não está fácil tomar banho".