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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Suspeito de lançar rojão que matou cinegrafista chega ao Rio após ser preso na Bahia

Caio veio de Salvador, para onde foi levado depois de ter sido preso em uma pousada na madrugada de hoje em Feira de Santana

O suspeito de lançar o rojão que matou o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade, Caio Silva de Souza, 22 anos, chegou às 8h40 desta quarta-feira (12) ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro. Caio veio de Salvador, para onde foi levado depois de ter sido preso em uma pousada na madrugada de hoje em Feira de Santana. 
Ele desembarcou cercado por policiais civis e foi levado sob escolta para o complexo Cidade da Polícia onde a equipe de policiais do Rio de Janeiro que realizou a prisão do suspeito vai conceder uma entrevista para revelar os detalhes da prisão.
Caio Silva de Souza foi detido, pelo titular da  Delegacia de São Cristóvão (Rio de Janeiro), Maurício Luciano de Almeida e Silva - que está investigando o caso - e outros três agentes. A namorada de caio também acompanhou a prisão. Segundo a TV Globo, foi ela quem convenceu ele a desistir da fuga, desembarcar em Feira e se entregar.
Cinegrafista foi atingido durante manifestação no Rio (Foto: Agência O Globo)

Em uma delegacia da capital baiana, Caio falou à imprensa e disse que não sabia que tinha acendido um rojão, mas outro artefato de menor potência. Ele lamentou a morte de "um trabalhador".

Caio estava na Pousada Gonçalves, que fica ao lado da rodoviária da cidade, e não resistiu à prisão. Um mandato de prisão, pelo crime de homicídio doloso qualificado por uso de explosivo, foi expedido na segunda-feira (10) pela Justiça do Rio de Janeiro. Ele estava tentando chegar na casa do avô no Ceará.
Fernando Veloso, chefe da Polícia Civil do Rio, disse que imagens de câmeras de segurança mostram Caio participando de outros atos criminosos durante a manifestação.
A polícia chegou a Caio Souza depois dele ter sido apontado pelo tatuador Fábio Raposo como o responsável por acender e lançar o artefato que provocou a morte do cinegrafista da Band. Raposo confessou ter entregado o explosivo a Caio, está preso e também foi indiciado por homicídio doloso qualificado por uso de explosivo.